Caso Master: PGR arquiva pedido de impedimento de Toffoli por viagem de jatinho com advogado
BRASÍLIA – O procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou um pedido para a retirada do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli da relatoria do caso Master. Apresentada por parlamentares, a representação para a suspeição está baseada na viagem do ministro em um jatinho com um dos advogados de executivos do banco.
“O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o Supremo Tribunal Federal, com atuação regular da Procuradoria-Geral da República. Não há, portanto, qualquer providência a ser adotada no momento”, escreveu Gonet no último dia 15.

No dia 12 de dezembro, os deputados federais Carolina de Toni (PL-SC), Carlos Jordy (PL-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP) apresentaram a representação a Gonet solicitando a arguição de impedimento e suspeição de Toffoli no caso Master após o ministro ter viajado em um voo particular com o empresário Luiz Oswaldo Pastore e com o advogado do Master, Augusto de Arruda Botelho, para assistir à final da Libertadores em Lima, capital do Peru.
Como mostrou o Estadão, diversos parlamentares passaram a cobrar que Toffoli se declarasse impedido ou o STF o julgasse suspeito. Outras representações foram apresentadas à PGR também para que Gonet proponha perante ao Supremo a suspeição do ministro.
