Mais de 1,2 milhão de pessoas participaram do primeiro dia de Carnaval em Salvador, afirma Bruno Reis

Foto: Betto Jr./ Secom PMS
Texto: Gilvan Santos/ Secom PMS
No primeiro dia oficial de Carnaval, cerca de 1,25 milhão de pessoas passaram pelos pórticos montados nos três principais circuitos da folia. Os números, contabilizados pela Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP), foram divulgados pelo prefeito Bruno Reis, nesta sexta-feira (13), durante coletiva de imprensa para fazer um balanço da festa. O destaque foi para o Centro que, teve um número recorde de público para uma Quinta-feira de Carnaval.
“Ontem, nós tivemos 1 milhão e 250 mil pessoas, onde tem pórtico, porque tem bairros em que não temos essa contagem. Na Barra e Ondina, 630 mil pessoas passaram nos pórticos. Já no Campo Grande foram quase 500 mil foliões. E no Batatinha (Pelourinho) foram quase 130 mil pessoas. Então, foi um recorde para um primeiro dia de Carnaval no Centro”, afirmou.
O prefeito destacou os impactos positivos em outros números, como o crescimento da ocupação hoteleira, que alcançou 95%. O dado é 9% maior que o registrado na Quinta-feira de Carnaval do ano passado. As linhas de ônibus gratuitas criadas pela prefeitura para os circuitos da folia transportaram 66,5 mil pessoas no primeiro dia.
O prefeito atribuiu o resultado aos esforços feitos pelo Município. “Esse trabalho todo que nós fizemos de recuperação e de valorização desse carnaval cultural teve o seu ápice ontem. É óbvio que também pela grande importância do tema do samba, que completa 110 anos, pela força que o samba tem e sua importância cultural, com as atrações que nós trouxemos. Eu estava aqui e pude presenciar esse momento”, disse.
Na Saúde, foram registrados 440 atendimentos entre 5h da quinta-feira (12) e 5h da sexta-feira (13), número 12% superior ao verificado no mesmo período de 2025. Apesar do crescimento em número absoluto, a análise técnica indica um cenário positivo, porque a maior parte das ocorrências foi classificada como de baixa e média complexidade.
A predominância foi para atendimentos clínicos, como cefaleia, mal-estar, desidratação, quedas, pequenos
ferimentos, curativos, controle de pressão arterial, hipoglicemia e intercorrências comuns em eventos de grande porte e longa permanência ao ar livre. Também foram realizados procedimentos cirúrgicos de pequeno porte, como suturas de cortes acidentais e drenagens de pequenas coleções infecciosas superficiais, intervenções resolvidas nos próprios módulos, sem gravidade associada.
Na comparação com 2025, houve redução de 15% nos casos de agressão física e de 7% nas intoxicações alcoólica. Não foram registradas ocorrências nos módulos de saúde por agressão por arma de fogo ou violência sexual. Apenas 10 pacientes precisaram ser transferidos para outras unidades de saúde, o que representa 2,3% do total de atendimentos, alcançando 98% de resolução dentro dos próprios módulos assistenciais.
