Que a ninguém seja reconhecido o monopólio da virtude
Que 2026 nos traga paz, justiça social, crescimento econômico e responsabilidade no trato da coisa pública.
Que a ignorância ao menos diminua no debate público, e as pessoas respeitem as outras que pensam de forma diferente, lembrando-se de não fazer a elas o que não gostaria que fizessem a si mesmas.
Que não haja espaço para golpe contra as instituições democráticas, nem para que a defesa destas justifique violações de direitos de acusados de crimes, nem o cerceamento da expressão legítima de ideias.
Que juízes se limitem a julgar os fatos que lhes são apresentados pelas partes, sem parcialidade ou tendência, e decidam apenas com base no Direito.
Que a ninguém seja reconhecido o monopólio da virtude, a qual deve ser identificada em cada gesto, não atribuída a alguém somente por integrar um grupo ou outro.
Que estender a mão a quem precisa de ajuda seja ato banal, não heroico.
Enfim (ainda que seja difícil acreditar que aconteça), que em 2026 o Brasil e o mundo sejam melhores, sem ditadores, autocratas, populistas demagogos e demiurgos.
É o que desejo do fundo de meu coração!
