26 de março de 2026
Politica

Rodrigo Pacheco deve ceder ‘desanimado’ a apelo de Lula e ser candidato ao governo de Minas Gerais

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) tende a ceder à pressão do presidente Lula para que ele seja candidato ao governo de Minas Gerais. Os dois terão uma conversa durante agenda do petista no Estado nesta sexta-feira, 20.

Interlocutores de Pacheco dizem que a insistência de Lula tem surtido efeito e que a tendência é o senador entrar na campanha e oficializar o seu nome ao Palácio Tiradentes. Afirmam, no entanto, que ele deve aceitar a missão “desanimado”.

Além disso, há um imbróglio regional para Pacheco resolver. Ele está de saída do PSD, que já tem o vice-governador de Minas, Mateus Simões, candidato à sucessão de Romeu Zema (Novo), mas ainda não definiu a nova casa. A tendência é que se filie ao União Brasil nos próximos dias.

O entorno do presidente Lula comemora o nome de Pacheco para o governo por vários motivos. O primeiro deles é um palanque para Lula subir no segundo maior colégio eleitoral do País, e Estado considerado o fiel da balança em eleições presidenciais.

Pacheco em MG abre caminho para Messias no STF

A segunda razão é que, com o senador oficialmente candidato ao governo de Minas, fica livre no Senado o caminho para a indicação do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Isso porque Rodrigo Pacheco era o candidato preferido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para a vaga aberta na Corte. Com o mineiro candidato ao governo, a tendência é que Alcolumbre tenha mais boa vontade para encampar o nome de Messias.

Mais de três meses depois de indicar o ministro da AGU para o STF, Lula ainda não enviou ao Congresso a mensagem presidencial oficializando a escolha, passo que precede a votação no Senado.

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) deve ceder aos apelos de Lula e ser candidato ao governo mineiro para dar palanque ao petista
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) deve ceder aos apelos de Lula e ser candidato ao governo mineiro para dar palanque ao petista

 

 

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