Equipamentos culturais de Salvador somam mais de 156 mil visitantes em 2026
Os equipamentos culturais de Salvador somaram mais de 156 mil visitantes entre janeiro e abril de 2026. Segundo dados do Observatório do Turismo de Salvador, somente em janeiro os espaços receberam mais de 70 mil pessoas.
A Galeria Mercado Modelo registrou o maior fluxo de visitantes no primeiro quadrimestre do ano, com 38.895 acessos. Desse total, cerca de 15 mil foram contabilizados apenas em janeiro. O espaço é seguido pela Cidade da Música da Bahia, que ultrapassou 36 mil visitantes no período, e pela Casa do Carnaval da Bahia, que recebeu mais de 33 mil visitas entre janeiro e abril.
Localizada no subsolo do Mercado Modelo, a Galeria reúne peças de artistas como Rubem Valentim, Mário Cravo Jr. e Vinicius S.A., além de preservar parte da história do espaço.
Já a Cidade da Música da Bahia reúne exposições interativas e experiências tecnológicas voltadas à história da música baiana. A Casa do Carnaval da Bahia, por sua vez, apresenta instalações imersivas sobre a festa popular que marca a identidade cultural de Salvador.
A Casa das Histórias de Salvador também manteve fluxo expressivo de público, com 22.487 visitantes acumulados nos quatro primeiros meses do ano. O equipamento utiliza recursos audiovisuais, fotografias e depoimentos para apresentar diferentes narrativas sobre a formação da cidade e da população soteropolitana.
Outro destaque do período foi a Casa do Rio Vermelho, antigo lar de Jorge Amado e Zélia Gattai transformado em espaço cultural. O equipamento registrou crescimento de 12% no número de visitantes em abril, em comparação com o mesmo período do ano passado, e acumulou mais de 20 mil visitas no primeiro quadrimestre de 2026.
O Memorial 2 de Julho, dedicado à preservação da história da Independência da Bahia, também apresentou crescimento contínuo ao longo do período. O espaço registrou aumento de 15% no fluxo de visitantes em abril e crescimento acumulado de cerca de 38% em relação ao mesmo período de 2025.
Os números reforçam a relevância dos equipamentos culturais na promoção do patrimônio histórico e artístico de Salvador, consolidando-os como ambientes de encontro entre moradores, turistas e a diversidade cultural da capital baiana.
