Homem é condenado por planejar assassinato de Tupac Shakur 30 anos após morte do rapper
Após trinta anos da morte do rapper Tupac Shakur, um dos ícones mundiais do gênero, um júri em Las Vegas condenou Duane “Keffe D” Davis, de 63 anos, pelo assassinato do artista.
O júri, composto por 16 jurados, quatro dos quais suplentes, ouviu o depoimento de 24 testemunhas de acusação e três de defesa ao longo de nove dias, e condenou Davis por homicídio com uso de arma letal e pode ser sentenciado à prisão perpétua.
Aos jurados, o vice-procurador distrital Binu Palal disse que Davis adquiriu uma arma e “saiu à caça” de Shakur e do cofundador da Death Row Records, Marion “Suge” Knight, depois que eles espancaram o sobrinho de Davis naquela noite.
O caso estava arquivado e voltou à tona após declarações dadas por Davis em entrevistas em 2018. Em seu livro de memórias, por exemplo, Duane afirmou que estava no banco do passageiro da frente do Cadillac e havia entregado a arma a um dos dois homens sentados atrás dele, atirar em Tupac.
Pela lei do estado de Nevada, participar do planejamento de um homicídio já é o suficiente para a condenação, mesmo que o réu não tenha puxado o gatilho.
