Opinião: Silêncio do governo Jerônimo sobre caso Uldurico Jr. não deveria ser naturalizado
As relações entre o Estado e o poder paralelo acumulado por facções criminosas sempre foram faladas “à boca miúda” pela população. Desde que o Rio de Janeiro passou a exportar um modelo de negócio relacionado ao narcotráfico, a Bahia passou a lidar com tais relações de mutualismo, por uma questão estratégica para os dois lados da moeda. A colaboração premiada de Joneuma Neres e a implicação do ex-deputado federal Uldurico Jr. são “a prova que faltava” de que os limites entre o que é Estado e o que é um estado paralelo já não são invisíveis.
