Dia Mundial do Brincar: projeto orienta estudantes da rede municipal de Salvador sobre proteção e autocuidado

Texto: Marco Pitangueira / Secom PMS
Foto: Beatriz Leal / Ascom SPMJ
A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ) e da Fundação Gregório de Mattos (FGM), realizou nesta quinta-feira (28) o encerramento do projeto “Eu me Protejo nas Escolas”. A ação aconteceu no CMEI João Paulo I, no bairro de Valéria, e reuniu cerca de 150 participantes em uma programação alusiva ao Dia Mundial do Brincar, celebrado nesta data.
Ao longo do mês de maio, o projeto passou por 17 unidades da rede municipal de ensino, promovendo ações de prevenção ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. As atividades foram desenvolvidas de forma lúdica, com teatro, fantoches, pinturas, brincadeiras educativas e dinâmicas voltadas ao reconhecimento do corpo e ao autocuidado. Ao todo, cerca de mil pessoas participaram das ações realizadas nas escolas.
A secretária da SPMJ, Fernanda Lordêlo, destacou que novas formações já estão previstas para este ano. Segundo ela, o objetivo é ampliar o diálogo sobre proteção infantil e fortalecer ações educativas voltadas às crianças e adolescentes.
“O ‘Eu me Protejo’ encerra seu ciclo no mês de maio, mas outros projetos de formação já estão confirmados ao longo do ano. A ideia é orientar, formar e dialogar com crianças e adolescentes, inclusive com o público da primeira infância, para que desenvolvam noções sobre o próprio corpo e proteção. Esse trabalho ajuda as crianças a identificarem situações inadequadas e a buscarem ajuda de responsáveis legais diante de qualquer constrangimento ou incômodo”, afirmou a secretária.
A diretora do CMEI João Paulo I, Carla Souza, ressaltou a importância de iniciativas que unem conscientização e atividades recreativas dentro do ambiente escolar. “Receber essa ação é muito importante, sobretudo em um período em que as crianças têm acesso cada vez mais rápido a telas e conteúdos diversos. Trazer esse debate para a escola contribui para a formação das crianças, ajudando-as a reconhecer situações que ultrapassam os limites entre adultos e crianças. É uma alegria imensa receber esse projeto aqui. Sem dúvida, será um divisor de águas no nosso trabalho”, declarou.
